http://www.resede.com.br/index.php/revista/issue/feedRevista Semestral de Direito Econômico2026-05-18T12:59:13+00:00Revista Semestral de Direito Econômicocontato@resede.com.brOpen Journal Systems<p>A Revista Semestral de Direito Econômico é um periódico eletrônico gratuito que busca a publicação de trabalhos científicos que estimulem e aprofundem o estudo do Direito Econômico através de um processo editorial ético e transparente. A publicação dos trabalhos aprovados é feita em fluxo contínuo, com o fechamento semestral dos fascículos. A revista obteve classificação B1 no Qualis Periódicos (2021-2024). Cronograma das edições:</p> <table width="474"> <tbody> <tr> <td width="63"><strong>Edição</strong></td> <td width="222"><strong>Dossiê temático</strong></td> <td width="75"><strong>Prazo para submissões</strong></td> <td width="114"><strong>Situação</strong></td> </tr> <tr> <td>V. 1 n. 1</td> <td>Homenagem a Washington Peluso Albino de Souza</td> <td>-</td> <td><a href="http://resede.com.br/index.php/revista/issue/view/1" target="_blank" rel="noopener"><strong>Edição fechada</strong></a></td> </tr> <tr> <td>V. 1 n. 2</td> <td>Direito Econômico e a Pandemia</td> <td>-</td> <td><a href="http://resede.com.br/index.php/revista/issue/view/3" target="_blank" rel="noopener"><strong>Edição fechada</strong></a></td> </tr> <tr> <td>V. 2 n. 1</td> <td>Direito Econômico e o Supremo Tribunal Federal</td> <td>-</td> <td><a href="http://resede.com.br/index.php/revista/issue/view/4" target="_blank" rel="noopener"><strong>Edição fechada</strong></a></td> </tr> <tr> <td>V. 2 n. 2</td> <td>Direito Econômico e Lex Mercatoria</td> <td>-</td> <td><a href="http://resede.com.br/index.php/revista/issue/view/5" target="_blank" rel="noopener"><strong>Edição fechada</strong></a> </td> </tr> <tr> <td>V. 3 n. 1</td> <td>Estado social e movimentos migratórios</td> <td>15/05/2026</td> <td><strong><a href="http://resede.com.br/index.php/revista/issue/view/6">Edição aberta</a></strong></td> </tr> <tr> <td>V. 3 n. 2</td> <td>Inteligência artificial, uso e abuso do poder econômico</td> <td>15/09/2026</td> <td> </td> </tr> </tbody> </table>http://www.resede.com.br/index.php/revista/article/view/122Relações Entre o Direito e a Economia2025-08-14T16:49:58+00:00Thiago Gehrkethiago.gehrke@gmail.com<p>O artigo analisa a formação jurídica do preço sob a ótica do Direito Econômico, considerando-o como um instrumento de regulação social e econômica, e não apenas como resultado de mecanismos de mercado. Parte-se da crítica à ficção da “natureza das coisas”, enfatizando a oscilação como característica estrutural do preço e a influência do Estado na sua fixação, direta ou indireta. São examinados elementos como oferta, demanda, custos e expectativas sociais, compreendidos no contexto constitucional e na função social do preço. Ao problematizar a ideia de neutralidade econômica, o trabalho evidencia o papel das políticas públicas e do monopólio (público ou privado) na formação do preço, vinculando-o a questões de justiça distributiva e controle econômico. O objetivo é demonstrar que o preço, longe de ser um dado puramente técnico, reflete uma expressão normativa e política de poder.</p>2025-11-19T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 http://www.resede.com.br/index.php/revista/article/view/127Limites e Modulações da Teoria do Direito de Intervenção de Winfried Hassemer2026-01-26T20:50:12+00:00Pedro Lima Marcheripedrolimaadvogados@hotmail.com<p>O artigo examina o Direito Penal Econômico como instrumento regulatório sistêmico destinado a estabilizar expectativas e reduzir riscos em mercados complexos à luz da teoria do Direito de Intervenção de Hassemer. Situa a evolução das funções estatais no capitalismo contemporâneo e problematiza as insuficiências do modelo retributivo clássico diante de crimes organizacionais, difusos e de alta complexidade técnica. Propõe uma abordagem interventiva calibrada, orientada ao negócio e fundada na coordenação entre sanções penais e administrativas, mecanismos de compliance e incentivos negociais processuais. Metodologicamente, combina análise dogmática e pragmática, diálogo com a economia da regulação, exame comparado e mapeamento de casos brasileiros com evidências empíricas disponíveis. A partir daí, delineia cinco proposições normativas para uma política constitucionalmente sustentável: proporcionalidade sancionatória, integração entre enforcement administrativo e penal, orientação por dados e avaliação de impacto, preservação da culpabilidade individual e das garantias processuais, e governança interinstitucional com accountability. Os resultados indicam que arranjos híbridos de enforcement inspirados na teoria do direito de intervenção de Hassemer tendem a aumentar efetividade e previsibilidade do Direito Penal Econômico.</p>2026-02-27T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 http://www.resede.com.br/index.php/revista/article/view/89A Internacionalização Regulatória do Sistema Financeiro2026-05-18T12:59:13+00:00Thiago Gehrkethiago.gehrke@gmail.com<p>A regulação dos sistemas financeiros enfrenta o desafio dos riscos sistêmicos, responsáveis por crises e pela inflexão dos regimes de responsabilidade e segurança necessários às transações econômicas. Diante dessa realidade, agentes econômicos nacionais optaram por adotar um modelo de regulação centrado em agentes terceiros e na incorporação de standards globais. Embora essa adoção facilite operações internacionais e ofereça um mercado padronizado, a utilização dessas diretrizes levanta questionamentos acerca da legitimidade e da representatividade democrática. O objetivo deste artigo é investigar criticamente as consequências da regulação financeira via soft law e o consequente "déficit democrático" na experiência brasileira. Adota-se como marco teórico a perspectiva do Direito Econômico e sua metodologia analítico substancial e as críticas contemporâneas à governança financeira global. Conclui-se que, embora o modelo garanta celeridade e convergência regulatória, há a necessidade de ampliação dos mecanismos de participação democrática direta para mitigar o insulamento burocrático. Para essa investigação, utilizaram-se também o método dedutivo de abordagem e o método de procedimento monográfico.</p>2026-07-06T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 http://www.resede.com.br/index.php/revista/article/view/126Essential Facilities Doctrine2026-02-04T13:11:47+00:00Bráulio Cavalcanti Ferreirabrauliocavalcanti@gmail.comCésar Santini Müllercesarsmuller@gmail.comRafael Vieira Matosrafavieiramatos71@gmail.comJoana Stelzerjoana.stelzer@ufsc.brEverton das Neves Gonçalvesevertong@vetorial.net<p>O objetivo principal do artigo é analisar a aplicação da Doutrina das <em>Essential Facilities</em> pelo Direito Concorrencial Brasileiro, em especial, a interpretação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em processos que envolvem a infraestrutura portuária. Por meio do método de abordagem dedutivo, propõe-se levantamento bibliográfico da doutrina dos Estados Unidos da América e dos precedentes da Suprema Corte do mesmo país que aplicaram a Doutrina das <em>Essential Facilities</em>. Em seguida, expõe-se a evolução da legislação regulatória referente ao Setor Portuário Brasileiro, com ênfase na complexidade das leis que disciplinam a infraestrutura de importação/exportação de mercadorias. Ao final, analisa-se a aplicação da Doutrina das <em>Essential Facilities</em> pelo Cade, especialmente no Processo Administrativo n.º 08700.005499/2015-51, que apreciou o acesso de infraestrutura essencial no Porto de Suape (PE), julgado em 8 de fevereiro de 2021</p>2026-07-08T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025